Nossa, quanta teia de aranha aqui não?? Eita, acho que vi um rato correndo por ali no canto...
Enfim, vamos limpar essa poeira...
Estive pensando em reativar isso aqui e ver o que acontece, quem sabe servir de iniciativa para me fazer criar coragem e virar logo o escritor que eu quero ser...
Mas antes devo notar que mudei um pouco em relação ao que havia aqui antes. Muitas ideias evoluíram ou involuíram as cosias podem soar diferente para alguns.
Em suma, aos que vierem parar aqui peço a sincera opinião: Deveria reativá-lo? Gostariam de ler mais texto do meu punho? Opinem, por favor.
Luiz Luchesi
PS.: Esse blog trata ideias e trabalhos (leia Textos) meus e é, portanto, sério e bastante parcial. A pegada é oferecer visões minhas do mundo e debater com os visitantes. Então, se você veio aqui pensando em escrever qualquer piada nos comentários ao invés de levar isso tudo a sério, saiba que seu comentário será ignorado e deletado como se nunca tivesse existido. Para isso existe o Facebook, saiba discernir. Grato.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O ciclo recomeça...
Hello Strangers!
Well well... Me ausentei daqui por muito e muito tempo... Diria até tempo para caralho... Pois bem, aqui vão as explicações: Sofri por um amor doentio por certa pessoa durante dois anos. Tal pessoa se negou a crescer e prestar atenção nas coisas que eu tentei lhe ensinar e não me deu a chance que eu precisava.
Em dado momento, eu me dei a chance de me divertir e curtir outras pessoas um pouco para ver se ela percebia algo dentro dela e entendia. Nessas, eu me deixei gostar da minha colega de trabalho, Jéssica.
Nessas de tentar conquistar a Jéssica eu me senti aos poucos me libertando da sensação de prisão e do sofrimento que aquele amor me trazia e, em um dado momento de setembro de 2010, a Jéssica me correspondeu e nós ficamos juntos um dia após o trabalho.
Aconteceu, então, o inesperado: Me apaixonei por ela de um jeito que eu não esperava e, mais ainda, isso foi recíproco. Surgiu um amor sadio do zero que cresceu muito rápido e me deu forças para eliminar o antigo amor doentio. Esse fato ocorreu por volta do último post nesse blog antes desse, perto do dia 2 de outubro.
Desde então, entrando num namoro que só me trouxe felicidades e muitos planos de vida, eu fiquei sem tempo para escrever... Somando faculdade, trabalho, meu novo Nintendo DSi, amizades e o namoro sobrou-me pouco tempo para compor qualquer peça de texto, além de eu me sentir mentalmente fora do ritmo para fazê-lo.
Pretendo agora retomar isso... Ano novo, vida nova certo? Não é isso o que dizem? Pois bem, é justamente disso que eu venho falar hoje.
2010 foi realmente um ano interessante. E, da minha parte, bem recompensador, visto que eu resolvi minhas resoluções do ano anterior. Esse ano de 2011 se inicia com a promessa de um grande ano. Para mim, um namoro que só cresceu e só me trouxe alegrias e que pretendo levar para o resto da vida, falando muito sério. E para o Brasil, o primeiro ano da primeira mulher presidenta deste país, deixando de lado qualquer politicagem, até mesmo porque eu não sou a favor do partido dela, mas ainda assim é histórico, assim como Obama é o primeiro negro a presidir os EUA.
Mais do que todas essas questões, esse ano novo traz, nas suas entrelinhas, a oportunidade de receber ventos novos. Levantar a cabeça e andar novamente. Voltar a faculdade nessa reta final, com as matérias mais práticas do curso e com o trabalho de conclusão que finalmente nos inicia no mundo acadêmico. Buscar um novo emprego, com um salário melhor e perspectivas melhores, onde possamos aprender e nos realizar profissionalmente. Viver o amor, para os que o encontraram ou torcer para finalmente achá-lo entre os bilhões nesse mundo.
Todas essas são ótimas oportunidades para ser alguém melhor e aproveitar para dividir sua felicidade e conhecimento com outros que também precisem.
A vida sempre vai lhe dar aquilo que tiver de ser seu no seu devido momento. Uma das canções que eu e minha namorada escolhemos como nossa diz: "Ninguém pode dizer onde a felicidade está" e, depois dos acontecimentos de setembro passado, eu confirmo e reafirmo essa frase, complementando que a duração da felicidade depende unicamente da sua boa vontade de dividir quem você é com as pessoas que você ama, sejam amigos, familiares ou parceiros/cônjuges.
Não quero me prolongar muito mais. Vou voltar a escrever, postar aqui meus trabalhos e, quem sabe esse ano, começar a estudar como uma pessoa decente. Também já voltei a ler, uma das minhas maiores paixões e uma das que todos deveriam abraçar.
Chega da sessão auto-ajuda. Um ótimo 2011 para você que está lendo e que você tenha calma para esperar e perspicácia para perceber quais atitudes deve tomar para obter o sucesso que lhe é direito.
Well well... Me ausentei daqui por muito e muito tempo... Diria até tempo para caralho... Pois bem, aqui vão as explicações: Sofri por um amor doentio por certa pessoa durante dois anos. Tal pessoa se negou a crescer e prestar atenção nas coisas que eu tentei lhe ensinar e não me deu a chance que eu precisava.
Em dado momento, eu me dei a chance de me divertir e curtir outras pessoas um pouco para ver se ela percebia algo dentro dela e entendia. Nessas, eu me deixei gostar da minha colega de trabalho, Jéssica.
Nessas de tentar conquistar a Jéssica eu me senti aos poucos me libertando da sensação de prisão e do sofrimento que aquele amor me trazia e, em um dado momento de setembro de 2010, a Jéssica me correspondeu e nós ficamos juntos um dia após o trabalho.
Aconteceu, então, o inesperado: Me apaixonei por ela de um jeito que eu não esperava e, mais ainda, isso foi recíproco. Surgiu um amor sadio do zero que cresceu muito rápido e me deu forças para eliminar o antigo amor doentio. Esse fato ocorreu por volta do último post nesse blog antes desse, perto do dia 2 de outubro.
Desde então, entrando num namoro que só me trouxe felicidades e muitos planos de vida, eu fiquei sem tempo para escrever... Somando faculdade, trabalho, meu novo Nintendo DSi, amizades e o namoro sobrou-me pouco tempo para compor qualquer peça de texto, além de eu me sentir mentalmente fora do ritmo para fazê-lo.
Pretendo agora retomar isso... Ano novo, vida nova certo? Não é isso o que dizem? Pois bem, é justamente disso que eu venho falar hoje.
2010 foi realmente um ano interessante. E, da minha parte, bem recompensador, visto que eu resolvi minhas resoluções do ano anterior. Esse ano de 2011 se inicia com a promessa de um grande ano. Para mim, um namoro que só cresceu e só me trouxe alegrias e que pretendo levar para o resto da vida, falando muito sério. E para o Brasil, o primeiro ano da primeira mulher presidenta deste país, deixando de lado qualquer politicagem, até mesmo porque eu não sou a favor do partido dela, mas ainda assim é histórico, assim como Obama é o primeiro negro a presidir os EUA.
Mais do que todas essas questões, esse ano novo traz, nas suas entrelinhas, a oportunidade de receber ventos novos. Levantar a cabeça e andar novamente. Voltar a faculdade nessa reta final, com as matérias mais práticas do curso e com o trabalho de conclusão que finalmente nos inicia no mundo acadêmico. Buscar um novo emprego, com um salário melhor e perspectivas melhores, onde possamos aprender e nos realizar profissionalmente. Viver o amor, para os que o encontraram ou torcer para finalmente achá-lo entre os bilhões nesse mundo.
Todas essas são ótimas oportunidades para ser alguém melhor e aproveitar para dividir sua felicidade e conhecimento com outros que também precisem.
A vida sempre vai lhe dar aquilo que tiver de ser seu no seu devido momento. Uma das canções que eu e minha namorada escolhemos como nossa diz: "Ninguém pode dizer onde a felicidade está" e, depois dos acontecimentos de setembro passado, eu confirmo e reafirmo essa frase, complementando que a duração da felicidade depende unicamente da sua boa vontade de dividir quem você é com as pessoas que você ama, sejam amigos, familiares ou parceiros/cônjuges.
Não quero me prolongar muito mais. Vou voltar a escrever, postar aqui meus trabalhos e, quem sabe esse ano, começar a estudar como uma pessoa decente. Também já voltei a ler, uma das minhas maiores paixões e uma das que todos deveriam abraçar.
Chega da sessão auto-ajuda. Um ótimo 2011 para você que está lendo e que você tenha calma para esperar e perspicácia para perceber quais atitudes deve tomar para obter o sucesso que lhe é direito.
"Quem tem amor na vida tem sorte.
Quem na fraqueza sabe ser bem mais forte!"
Quem na fraqueza sabe ser bem mais forte!"
Sinônimos - Zé Ramalho
Jéssica Dantas dos Santos, eu te amo!
sábado, 2 de outubro de 2010
Deixando para trás o que lá deve ficar...
Muito bem, mais um mês de intervalo... É realmente incrível o fato de eu nunca conseguir vontade e tempo ao mesmo tempo para postar aqui... Isso além do fato de eu odiar criar (leia escrever) no computador. Para mim o ato de escrever deve ser feito com lapiseira e papel, quando se trata de um texto com caráter literário ou oficial (esse blog tem um pouco de ambos). É claro, isso soa estranho vindo de alguém tao apaixonado por computação, mas enfim é o que eu penso...
Dito isso, peço desculpas pela minha absência por aqui. A vida deu uma de Senhora Ironia novamente e mudou todas as configurações da minha mente a 2 semanas atrás. Os mais próximos sabem o que se passa e aos poucos as coisas vão se tornando oficiais e mais e mais importantes. Só espero que ninguém fique com uma imagem de hipócrita de mim, visto que, muitas vezes durante a nossa caminhada, devemos abrir mão de algo que carregamos para podermos levar algo muito maior ou que nos trará uma caminhada melhor.
Depois de falar de perdas, seria muito pertinente nos focarmos em um tipo específico delas: A abdicação. O ato de abrir mão e a capacidade de relevar são virtudes importantíssimas do ser humano. Mas isso pode ser mais profundo do que parece.
O que pensamos ao falar de abdicação é geralmente relacionado à renuncia física ou mental de outrem. Algo do tipo "Eu abro mão disso para que outra pessoa aproveite e tenha uma oportunidade". Nobre? Com certeza, mas não chega perto da maior renuncia que as pessoas podem fazer, uma renuncia cujos ator e alvo são você mesmo.
Conforme crescemos e agregamos conhecimento do mundo que nos cerca, vamos, aos poucos, construindo concepções que nos guiam pelos tortuosos caminhos da vida. Assumimos verdades e seguimos acreditando nelas. Na maioria das vezes, isso dá bons frutos e é, inclusive, a grande ideia de construir o caráter pessoal. O problema aparece quando as verdades assumidas causam dor, sofrimento ou angustia, seja a si mesmo ou às pessoas ao seu redor.
Muitas vezes se destruir ou rebaixar pode ser uma boa saída para mostrar ao mundo que você está se sacrificando por algo maior, a espera de um sol nascente com mais brilho. Sacrifícios são notáveis, mas muitas vezes levam apenas a autodestruição. É nesse momento que as pessoas devem parar para pensar no que têm feito e refletir sobre a seguinte questão: "Será que essas verdades são reais ou eu as criei para meu próprio mundo? Esse meu mundo reflete a realidade? É possível, viável ou ao menos válido continuar uma luta aparentemente perdida?"
Nesse ponto, muitas vezes a melhor saída é enxergar o quão bem e mal suas decisões causaram e pesar com muita seriedade uma decisão mais radical: Abrir mão das suas concepções. Pessoas não mudam em essência, elas se adaptam à realidade na qual elas estão inseridas, ou, em outras palavras, evoluem. Suas concepções não são parte da sua essência, mas sim adaptações anteriores que agora podem não fazer mais sentido.
É óbvio afirmar que a realidade em si é completamente relativa e que, muitas vezes, nós não vamos perceber que nossas concepções não valem mais nada. Mas devemos sempre estar prontos para renunciar àquilo que nos prende a uma cadeia de eventos que não nos fazem melhores em nenhum aspecto, pois a vida vai tratar de jogar na nossa cara o quão imbecis fomos.
O fluxo de energia que regra a nossa caminhada é imparcial e definitivo. Teremos o que devemos ter assim que o merecermos. O destino é realmente bem babaca a ponto de pisar em nós e nos mostrar o quão insignificantes nós somos para vermos o que realmente significa "viver" e só então nos entregar algo que pode não ser aquilo que esperávamos, mas, definitivamente, supera toda e qualquer expectativa.
Caminhar um passo por vez, aprendendo a olhar para os lados e ver quem caminha conosco e aprender a deixar para trás as amarras que nós mesmo criamos para entender a vida. Talvez esse seja um caminho mais promissor do que fechar os olhos e abraçar o conformismo que nos é imposto todos os dias.
Dito isso, peço desculpas pela minha absência por aqui. A vida deu uma de Senhora Ironia novamente e mudou todas as configurações da minha mente a 2 semanas atrás. Os mais próximos sabem o que se passa e aos poucos as coisas vão se tornando oficiais e mais e mais importantes. Só espero que ninguém fique com uma imagem de hipócrita de mim, visto que, muitas vezes durante a nossa caminhada, devemos abrir mão de algo que carregamos para podermos levar algo muito maior ou que nos trará uma caminhada melhor.
Depois de falar de perdas, seria muito pertinente nos focarmos em um tipo específico delas: A abdicação. O ato de abrir mão e a capacidade de relevar são virtudes importantíssimas do ser humano. Mas isso pode ser mais profundo do que parece.
O que pensamos ao falar de abdicação é geralmente relacionado à renuncia física ou mental de outrem. Algo do tipo "Eu abro mão disso para que outra pessoa aproveite e tenha uma oportunidade". Nobre? Com certeza, mas não chega perto da maior renuncia que as pessoas podem fazer, uma renuncia cujos ator e alvo são você mesmo.
Conforme crescemos e agregamos conhecimento do mundo que nos cerca, vamos, aos poucos, construindo concepções que nos guiam pelos tortuosos caminhos da vida. Assumimos verdades e seguimos acreditando nelas. Na maioria das vezes, isso dá bons frutos e é, inclusive, a grande ideia de construir o caráter pessoal. O problema aparece quando as verdades assumidas causam dor, sofrimento ou angustia, seja a si mesmo ou às pessoas ao seu redor.
Muitas vezes se destruir ou rebaixar pode ser uma boa saída para mostrar ao mundo que você está se sacrificando por algo maior, a espera de um sol nascente com mais brilho. Sacrifícios são notáveis, mas muitas vezes levam apenas a autodestruição. É nesse momento que as pessoas devem parar para pensar no que têm feito e refletir sobre a seguinte questão: "Será que essas verdades são reais ou eu as criei para meu próprio mundo? Esse meu mundo reflete a realidade? É possível, viável ou ao menos válido continuar uma luta aparentemente perdida?"
Nesse ponto, muitas vezes a melhor saída é enxergar o quão bem e mal suas decisões causaram e pesar com muita seriedade uma decisão mais radical: Abrir mão das suas concepções. Pessoas não mudam em essência, elas se adaptam à realidade na qual elas estão inseridas, ou, em outras palavras, evoluem. Suas concepções não são parte da sua essência, mas sim adaptações anteriores que agora podem não fazer mais sentido.
É óbvio afirmar que a realidade em si é completamente relativa e que, muitas vezes, nós não vamos perceber que nossas concepções não valem mais nada. Mas devemos sempre estar prontos para renunciar àquilo que nos prende a uma cadeia de eventos que não nos fazem melhores em nenhum aspecto, pois a vida vai tratar de jogar na nossa cara o quão imbecis fomos.
O fluxo de energia que regra a nossa caminhada é imparcial e definitivo. Teremos o que devemos ter assim que o merecermos. O destino é realmente bem babaca a ponto de pisar em nós e nos mostrar o quão insignificantes nós somos para vermos o que realmente significa "viver" e só então nos entregar algo que pode não ser aquilo que esperávamos, mas, definitivamente, supera toda e qualquer expectativa.
Caminhar um passo por vez, aprendendo a olhar para os lados e ver quem caminha conosco e aprender a deixar para trás as amarras que nós mesmo criamos para entender a vida. Talvez esse seja um caminho mais promissor do que fechar os olhos e abraçar o conformismo que nos é imposto todos os dias.
"Thou dost not and wilt not walk alone. What is thine to thee shall be legated when it shall be that way."
(Tu não caminhas e não há de caminhar sozinho. O que é teu a ti será legado quando assim tiver de ser.)
Luiz Luchesi
sábado, 28 de agosto de 2010
No pain, no gain...
Antes de tudo, por mais que não haja motivos, peço desculpas por levar tanto tempo para postar. Um mês... É, com certeza não era esse intervalo que eu queria dar entre as postagens. Se lhes interessa saber os motivos, não tenho tido tempo e, quando o tenho, não tenho psique para escrever aqui e acabo preferindo mil vezes passar esse tempo falando com pessoas como a minha irmã Jéssica. No fim, não tem sido tão simples arrumar tempo e criar vontade para cumprir as obrigações que só eu me cobro.
Dito isso, venho dizer que estou na parte do meu mês, um período de alguns dias, em que eu consigo pensar de forma lógica e clara, a parte de problemas e tudo mais. Gostaria de aproveitar isso para escrever aqui. Isso e o fato de eu ter algumas horas antes do barzinho desse sábado onde vamos comemorar mais um ciclo de vida de uma amiga muito importante.
Um mês pode representar muitas coisas ou quase nada. Esse que se passou, por exemplo, correu em uma velocidade absurda e não trouxe grandes coisas. Isso era verdade até essa semana. E que semana.
A começar, peço que, antes de você continuar a ler, pare e faça um breve minuto de silêncio em homenagem a perda que um colega próximo do lugar onde eu estagío sofreu. É sempre uma dor grande, por mais que alguém possa estar preparado, se é que alguém está realmente preparado para isso. Que a alma que partiu desse mundo descanse em paz na compania da força maior em que essa alma acreditava, seja ela qual for.
Ao menos essa que é a única certeza que temos desde que entramos nesse mundo deixa marcas e dor apenas nos que ficam, não há mais dor terrena para os que vão. Esse fato serve de consolo para aqueles que são deixados para trás, como pedra fundamental a ser usada para nos reerguermos e retomarmos nossa longa caminhada.
Há perdas e perdas. Algumas físicas e outras mentais, além das perdas do espírito. Somos todos formados por essa trindade e toda energia canalizada por nós (principalmente o Amor) toma essas formas e seus resultados se refletem em nós em respectiva parte. A primeira vez de alguém em qualquer coisa, como cantar num palco ou realizar um vestibular ou aquilo mesmo que você pensou quando leu "primeira vez", é, per se, uma perda a ser caracterizada em uma ou mais partes dessa trindade. Perdas não são boas ou ruins, elas apenas nos ensinam a lidar com rompimentos de natureza correspondente às partes que ela representa.
Dentre perdas, há destaques a serem feitos. A primeira perda importante a se entender é a consciente. Os exemplos de primeira vez são, geralmente, perdas desse tipo. Sua atitute visou aquela ocorrência ou você concordou com ela. Os resultados das nossas escolhas também são perdas conscientes e a dor que eles podem trazer existem quando não estamos preparados para lidar com as consequências do que escolhemos. Todos passamos por isso e é mais comum do que muitos pensam.
Outro tipo de perda que merece atenção especial é a perda involuntária. Tudo em nossa vida é baseado em escolhas e, uma vez tomadas, não há volta e você já passa pela perda consciente do fato. Após a escolha, uma parte do seu caminho será caracterizada apenas pela lida do destino, da vida, da natureza, de Deus ou de sabe-se lá o que seja. Pessoas tendem a viver a vida sem se importar com essa parte e fazem muito bem, se isso lhes faz bem. Não sou uma dessas pessoas. Durante essa lida, sua escolha pode ser confirmada como uma boa opção ou pode ser destruida ou sofrer ainda outras ações indistintas.
É nesse ponto que pessoas quebram a cara. Escolhas são a chance que você tem de definir o caminho que irá te levar ao ponto onde você precisa chegar. Esse ponto não vai mudar, você vai cumprir a sua razão de viver, mesmo que ninguém faça idéia do que ela seja. Se o resultado de uma escolha hoje lhe trás felicidade, aproveite, pois nada garante que o destino dele não seja se transformar em dor ou decepção. Se isso acontecer, você sofrerá uma perda de caráter muito diferente da anterior. E, com ela, virão muitas lições para o restante da jornada.
O inverso é também verdadeiro. Sofrer por uma escolha e depois ver seu resultado lhe trazer uma razão para ser feliz (provavelmente muito mais feliz do que se você não tivesse experimentado o sofrimento) não só existe como também é um caminho mais duro e recompensador a longo prazo. É, portanto, uma perda. Abrir mão do que lhe faria feliz para que seja maturado e dure mais e melhor é o tipo de perda que constrói e destrói conclusões e conhecimento em nossa mente.
Faça escolhas com sinceridade, aceite suas consequências, preste muita atenção às suas perdas e aprenda com elas. Eu faço isso pensando no futuro, mas se você vive o presente e o resto que se foda, faça isso ao menos no presente. A dor não irá sumir e se ela for sincera as marcas vão persistir para sempre, mas ela será mais uma razão, um degrau para crescer e alcançar o seu melhor.
Buscar a felicidade é natural do ser humano e nós tendemos a seguir o caminho fácil, que aparentemente representa menos rupturas e que nos force menos a olhar para dentro de nós mesmos e dizer "perai, o que eu pensava que sentia era outra coisa". Esses caminhos nos fazem pensar que haverá menos dor e que tudo serão rosas até chegarmos lá, mas todos nós vamos passar pelas dores que devemos passar e vamos passar por rupturas até que alcancemos sentimentos de carater puramente sincero, de corpo, mente e espírito, como o Amor apresentado no post anterior.
Não existe avanço sem perdas, não existe aceitação sem sacrifícios. Saiba o que você é capaz de relevar e abdicar, talvez os espinhos do caminho real não doam tanto quando a decepção do fim da ilusão, nada mais do que a única coisa que se consegue fechando os olhos para o que realmente existe no fundo e que você renega.
"A tristeza é inferior, mas permanente. A felicidade é soberana, mas temporária. A questão é como você a faz durar e com quem..." (Luiz Luchesi)
PS.: Reintero meus pêsames ao meu colega. A dor é a benção e a maldição exclusiva dos vivos, para nos lembrar de que há caminhos ainda a trilhar.
PS2.: Abraço para um amigo próximo, por tomar uma decisão e por enfrentar o mundo que o tenta prender e atrasar. Esse post tem MUITO de mim, mas eu o dedico a você. Ninguém sobe sozinho.
Dito isso, venho dizer que estou na parte do meu mês, um período de alguns dias, em que eu consigo pensar de forma lógica e clara, a parte de problemas e tudo mais. Gostaria de aproveitar isso para escrever aqui. Isso e o fato de eu ter algumas horas antes do barzinho desse sábado onde vamos comemorar mais um ciclo de vida de uma amiga muito importante.
Um mês pode representar muitas coisas ou quase nada. Esse que se passou, por exemplo, correu em uma velocidade absurda e não trouxe grandes coisas. Isso era verdade até essa semana. E que semana.
A começar, peço que, antes de você continuar a ler, pare e faça um breve minuto de silêncio em homenagem a perda que um colega próximo do lugar onde eu estagío sofreu. É sempre uma dor grande, por mais que alguém possa estar preparado, se é que alguém está realmente preparado para isso. Que a alma que partiu desse mundo descanse em paz na compania da força maior em que essa alma acreditava, seja ela qual for.
Ao menos essa que é a única certeza que temos desde que entramos nesse mundo deixa marcas e dor apenas nos que ficam, não há mais dor terrena para os que vão. Esse fato serve de consolo para aqueles que são deixados para trás, como pedra fundamental a ser usada para nos reerguermos e retomarmos nossa longa caminhada.
Há perdas e perdas. Algumas físicas e outras mentais, além das perdas do espírito. Somos todos formados por essa trindade e toda energia canalizada por nós (principalmente o Amor) toma essas formas e seus resultados se refletem em nós em respectiva parte. A primeira vez de alguém em qualquer coisa, como cantar num palco ou realizar um vestibular ou aquilo mesmo que você pensou quando leu "primeira vez", é, per se, uma perda a ser caracterizada em uma ou mais partes dessa trindade. Perdas não são boas ou ruins, elas apenas nos ensinam a lidar com rompimentos de natureza correspondente às partes que ela representa.
Dentre perdas, há destaques a serem feitos. A primeira perda importante a se entender é a consciente. Os exemplos de primeira vez são, geralmente, perdas desse tipo. Sua atitute visou aquela ocorrência ou você concordou com ela. Os resultados das nossas escolhas também são perdas conscientes e a dor que eles podem trazer existem quando não estamos preparados para lidar com as consequências do que escolhemos. Todos passamos por isso e é mais comum do que muitos pensam.
Outro tipo de perda que merece atenção especial é a perda involuntária. Tudo em nossa vida é baseado em escolhas e, uma vez tomadas, não há volta e você já passa pela perda consciente do fato. Após a escolha, uma parte do seu caminho será caracterizada apenas pela lida do destino, da vida, da natureza, de Deus ou de sabe-se lá o que seja. Pessoas tendem a viver a vida sem se importar com essa parte e fazem muito bem, se isso lhes faz bem. Não sou uma dessas pessoas. Durante essa lida, sua escolha pode ser confirmada como uma boa opção ou pode ser destruida ou sofrer ainda outras ações indistintas.
É nesse ponto que pessoas quebram a cara. Escolhas são a chance que você tem de definir o caminho que irá te levar ao ponto onde você precisa chegar. Esse ponto não vai mudar, você vai cumprir a sua razão de viver, mesmo que ninguém faça idéia do que ela seja. Se o resultado de uma escolha hoje lhe trás felicidade, aproveite, pois nada garante que o destino dele não seja se transformar em dor ou decepção. Se isso acontecer, você sofrerá uma perda de caráter muito diferente da anterior. E, com ela, virão muitas lições para o restante da jornada.
O inverso é também verdadeiro. Sofrer por uma escolha e depois ver seu resultado lhe trazer uma razão para ser feliz (provavelmente muito mais feliz do que se você não tivesse experimentado o sofrimento) não só existe como também é um caminho mais duro e recompensador a longo prazo. É, portanto, uma perda. Abrir mão do que lhe faria feliz para que seja maturado e dure mais e melhor é o tipo de perda que constrói e destrói conclusões e conhecimento em nossa mente.
Faça escolhas com sinceridade, aceite suas consequências, preste muita atenção às suas perdas e aprenda com elas. Eu faço isso pensando no futuro, mas se você vive o presente e o resto que se foda, faça isso ao menos no presente. A dor não irá sumir e se ela for sincera as marcas vão persistir para sempre, mas ela será mais uma razão, um degrau para crescer e alcançar o seu melhor.
Buscar a felicidade é natural do ser humano e nós tendemos a seguir o caminho fácil, que aparentemente representa menos rupturas e que nos force menos a olhar para dentro de nós mesmos e dizer "perai, o que eu pensava que sentia era outra coisa". Esses caminhos nos fazem pensar que haverá menos dor e que tudo serão rosas até chegarmos lá, mas todos nós vamos passar pelas dores que devemos passar e vamos passar por rupturas até que alcancemos sentimentos de carater puramente sincero, de corpo, mente e espírito, como o Amor apresentado no post anterior.
Não existe avanço sem perdas, não existe aceitação sem sacrifícios. Saiba o que você é capaz de relevar e abdicar, talvez os espinhos do caminho real não doam tanto quando a decepção do fim da ilusão, nada mais do que a única coisa que se consegue fechando os olhos para o que realmente existe no fundo e que você renega.
"A tristeza é inferior, mas permanente. A felicidade é soberana, mas temporária. A questão é como você a faz durar e com quem..." (Luiz Luchesi)
PS.: Reintero meus pêsames ao meu colega. A dor é a benção e a maldição exclusiva dos vivos, para nos lembrar de que há caminhos ainda a trilhar.
PS2.: Abraço para um amigo próximo, por tomar uma decisão e por enfrentar o mundo que o tenta prender e atrasar. Esse post tem MUITO de mim, mas eu o dedico a você. Ninguém sobe sozinho.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Amar...
Você sabe o que é amar? Sabe dizer o que realmente é o amor? Sabe identificar quando você realmente ama?
O amor é a semente do ódio. Se quiser saber se ama, pense em tudo que alguém lhe fez passar. Pense nas vezes em que esse alguém lhe fez sofrer e se rebaixar. Pense na destruição que esse alguém lhe causou.
Nesse momento, se você ama, você deve estar queimando de ódio da pessoa, querendo vê-la passar o fim dos seus dias em sofrimento.
Como isso prova o seu amor? Bem, mesmo queimando esse ódio todo, nada disso importa, esse alguém ainda é imaculado o suficiente pra você se dar o trabalho de desprezar todo o mal que ele lhe fez, por mais que isso tenha destruído seu coração.
Nem todo ser humano conhece o amor puro e verdadeiro, mas todos nós nascemos conhecendo o ódio, por isso esse caminho é mais claro... Amar não é relevar os erros, não é dividir um beijo carinhoso ou uma noite na mesma cama. Isso são consequências de amar. Amar é ter a audácia de ver uma pessoa atirar pedras e pregos com toda a força contra o seu coração e aceitar que eles são a base do seu sentimento, que no fim são apenas partes sinceras da pessoa amada, em seu momento mais bruto, sem polimento intelectual algum.
É saber que não há diferença, saber que não há dor no mundo que lhe faça perder o norte. É, acima de tudo, ter fé em você mesmo e acreditar em seus sentimentos. Acreditar na sinceridade e simplicidade deles.
O ódio gerado na experiêcia acima nada mais é do que a outra face desse amor, a face que você sempre soube que existe. A face que você só demonstra quando está sozinho. A face que não lhe deixa esquecer que cada passo daquela pessoa pode alterar completamente a sua própria vida.
Se você, leitor, falha em enxergar qualquer uma dessas metáforas, se elas não são claras como água, sinto dizer, mas o verdadeiro amor não floresceu ainda. Muitos morrem sem vê-lo dar frutos...
Mas e quando a semente vem até o seu solo e você não a cultiva? É culpa da vida? Do destino? Acho que você sabe qual é a resposta...
O amor é a semente do ódio. Se quiser saber se ama, pense em tudo que alguém lhe fez passar. Pense nas vezes em que esse alguém lhe fez sofrer e se rebaixar. Pense na destruição que esse alguém lhe causou.
Nesse momento, se você ama, você deve estar queimando de ódio da pessoa, querendo vê-la passar o fim dos seus dias em sofrimento.
Como isso prova o seu amor? Bem, mesmo queimando esse ódio todo, nada disso importa, esse alguém ainda é imaculado o suficiente pra você se dar o trabalho de desprezar todo o mal que ele lhe fez, por mais que isso tenha destruído seu coração.
Nem todo ser humano conhece o amor puro e verdadeiro, mas todos nós nascemos conhecendo o ódio, por isso esse caminho é mais claro... Amar não é relevar os erros, não é dividir um beijo carinhoso ou uma noite na mesma cama. Isso são consequências de amar. Amar é ter a audácia de ver uma pessoa atirar pedras e pregos com toda a força contra o seu coração e aceitar que eles são a base do seu sentimento, que no fim são apenas partes sinceras da pessoa amada, em seu momento mais bruto, sem polimento intelectual algum.
É saber que não há diferença, saber que não há dor no mundo que lhe faça perder o norte. É, acima de tudo, ter fé em você mesmo e acreditar em seus sentimentos. Acreditar na sinceridade e simplicidade deles.
O ódio gerado na experiêcia acima nada mais é do que a outra face desse amor, a face que você sempre soube que existe. A face que você só demonstra quando está sozinho. A face que não lhe deixa esquecer que cada passo daquela pessoa pode alterar completamente a sua própria vida.
Se você, leitor, falha em enxergar qualquer uma dessas metáforas, se elas não são claras como água, sinto dizer, mas o verdadeiro amor não floresceu ainda. Muitos morrem sem vê-lo dar frutos...
Mas e quando a semente vem até o seu solo e você não a cultiva? É culpa da vida? Do destino? Acho que você sabe qual é a resposta...
Luiz Filipe Luchesi Russo
30/07/2010 - 02:05 A.M.
30/07/2010 - 02:05 A.M.
PS.: Se, por acaso, o texto acima lhe pareceu triste, down ou deu a impressão que estou virando um emo e que vou acabar cortando meus pulsos, então você, claramente, não entendeu porra nenhuma do que está escrito. Mas tudo bem, um dia você entenderá... ^^
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Recesso...
AVISO AOS NAVEGANTES: Não pretendo escrever aqui durante um tempo... Existem algumas coisas que não estão certas e eu preciso de toda a minha capacidade para resolvê-las...
Eu confio no que o destino reservou pra mim e no que a minha tarologa previu... Vou recuperar algumas coisas que eu deixei pra trás e começar a ser realista até com as coisas por mim consideradas mais sublimes...
Minhas crianças, em verdade lhes digo: Algumas pessoas são cegas e é pra isso que a paciência existe. Vocês devem sempre ter paciência e calma para poder guiar o caminho... E humildade para reconhecer quando você mesmo está perdido...
E todos vamos caminhar pelo vale das sombras da morte, estejam preparados pois a vida também é feita de dor e espinhos, mas a recompensa existe logo após...
Eu entrei esse ano com 3 objetivos maiores. Já realizei 2 deles e o ano ainda está longe de terminar...
Agradeço a todos que estão do meu lado e me ajudam... Vocês são a minha verdadeira razão de caminhar sempre em frente e de sempre acreditar...
Você pode ter qualquer religião ou não ter uma, assim como eu, mas acreditar é sempre importante...
Vos deixo temporariamente. É triste, eu sei, mas eu já fui ao caos duas vezes para poder me reerguer e talvez precise ir a ele de novo, vou poupá-los dessa viagem...
Sempre acredite... "Paciência e Determinação"
Abraços,
Luiz Luchesi, a.k.a. Luxiel.
"Remember my child: without innocence, the cross is only iron, hope is only a illusion and the ocean souls, nothing but a name" Bless the Child, Nightwish.
Eu confio no que o destino reservou pra mim e no que a minha tarologa previu... Vou recuperar algumas coisas que eu deixei pra trás e começar a ser realista até com as coisas por mim consideradas mais sublimes...
Minhas crianças, em verdade lhes digo: Algumas pessoas são cegas e é pra isso que a paciência existe. Vocês devem sempre ter paciência e calma para poder guiar o caminho... E humildade para reconhecer quando você mesmo está perdido...
E todos vamos caminhar pelo vale das sombras da morte, estejam preparados pois a vida também é feita de dor e espinhos, mas a recompensa existe logo após...
Eu entrei esse ano com 3 objetivos maiores. Já realizei 2 deles e o ano ainda está longe de terminar...
Agradeço a todos que estão do meu lado e me ajudam... Vocês são a minha verdadeira razão de caminhar sempre em frente e de sempre acreditar...
Você pode ter qualquer religião ou não ter uma, assim como eu, mas acreditar é sempre importante...
Vos deixo temporariamente. É triste, eu sei, mas eu já fui ao caos duas vezes para poder me reerguer e talvez precise ir a ele de novo, vou poupá-los dessa viagem...
Sempre acredite... "Paciência e Determinação"
Abraços,
Luiz Luchesi, a.k.a. Luxiel.
"Remember my child: without innocence, the cross is only iron, hope is only a illusion and the ocean souls, nothing but a name" Bless the Child, Nightwish.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Desculpas, flames e sonhos
Como vai você? Bom, eu sei que estive ausente daqui por quase uma semana, sendo que havia me comprometido comigo mesmo a atualizar isso aqui mais vezes. Algumas coisas aconteceram: Em alguns momentos, foi preguiça mesmo e peço perdão por isso. Já em outros, principalmente recentemente, pelo simples fato de algumas pessoas terem decidido testar a minha paciência. Eu acho interessante observar até aonde essas pessoas pretendem ir só pra ver o quanto eu aguento sem sair do sério... Quero dizer, estou curioso em saber quanto tempo levará até perceberem que a minha paciência para determinados assuntos é virtualmente infinita e a minha palavra, imutável.
E como isso me atrapalhou? Bem, paciência eu tenho, vendo e distribuo com relação a algumas coisas. No entanto, minha mente aquariana se põe a delinear o que tais pessoas pretendem e acaba gastando toda a reserva de criatividade nesse jogo besta, mas necessário, da vida. Manter a concentração para não julgar as atitudes dessas pessoas (coisa que nunca devemos fazer, principlamente com certas metas em mente) é outro trabalho árduo.
De qualquer forma aqui estou, mais uma vez, para discorrer sobre um assunto pedido pela Amanda da faculdade, mais conhecida como Clover, Clover Elric e derivados: Sonhos e o seu papel nas nossas vidas.
Os que me conhecem o suficiente sabem que minha crença está nas energias produzidas por nós e pelo universo e na nossa capacidade de canalizar essas últimas para nosso proveito. Partindo dese ponto, temos a mente humana como um grande canal de energia, recebendo e transmitindo isso constantemente. Nossa parte inconsciente, responsável pelos sonhos, está banhada nessa mesma energia e suscetível as mudanças que ela trás.
E o que é essa energia? Em grande parte, ela é constituida pelos nosso pensamentos, que são a origem de todas as nossas ações. Pensamentos controlados ou autônomos, impulsos emocionais ou racionais, todos geram e trafegam energia.
Nosso subconsciente, quando ativado durante o sono, começa a produzir o que chamamos de sonho. O papel dessa parte do cérebro é justamente descarregar parte da energia que retemos, uma grande descarga cerebral se preferir, transmutando a energia em imagens, sons, formas e sensações às vezes fortes o bastante para parecerem bem reais. Em poucas palavras, sonhos são reflexos naturais das energias que trafegamos.
Espero que recordem da definição de reflexo a dois posts atrás: Uma densa miragem. Miragens são imagens que vemos, mas não existem de fato. Podem ser fruto de desejos, angústias, felicidade ou até mesmo apetite sexual.
Agora vamos costurar as teorias: Nosso subconsciente cria miragens tendo por matéria prima a energia canalizada por nós. Energia essa que não pertence somente a nós. Ela provém do universo em geral, do Tempo que rege toda existência material, de nós mesmos e também das pessoas com quem temos contato. Essa energia flui naturalmente por pensamentos, conversas em pessoa ou a distância, olhares, sentimentos de preocupação ou saudade que sentimos um pelo outro e por ai vai...
Portanto, podemos concluir que sonhos podem significar uma porrada de coisas: Um desejo que existe em você (às vezes, um desejo que nem você sabia que tinha, ou talvez tenha renegado por medo, por exemplo); uma forte concentração de pensamentos de determinada pessoa em você; Sua capacidade de interpretação da força que nos rege (quer você chame isso de Deus, Alá, Buda, Natureza, Astros, Universo, Ki, Chakra, Zordon, Poder Jedi, [insira seu poder supremo aqui]), interpretação essa que pode te dar vislumbres da realidade de outros locais; Uma mesma capacidade de interpretar o poder do Tempo, entidade presente em todas as crenças, dando possibilidade de conhecer um passado longínquo ou até prever uma porção do futuro e por ai a fora...
Mais importante que tudo isso, sonhos podem ser simplesmente uma mistura de algumas dessas instâncias ou até mesmo de todas elas, tudo depende da sua capacidade de filtrar as energias que passam por você. Algumas são fáceis de barrar, outras nós só aprendemos depois de conhecer as mais profundas cavernas da mente humana, outras ainda só podem ser retidas com a ajuda de um mestre ou outras pessoas que também desejem isso. Pelo menos é nisso que acredito: Sonhos podem ser apenas respostas do seu cérebro ao que existe ao seu redor, como podem ser indicativos de fatos obscuros aos seus olhos normais.
Após prometer posts mais curtos e falhar miseravelmente, digo que pretendo deixá-los menores na medida do possível, pois sempre que escrevo aqui tenho que resumir idéias que dariam 10 ou 20 páginas de texto. Aproveito e peço que sugiram mais temas e discutam essas proposições, agora que estamos todos entrando em lados mais pessoais da minha obscura mente. Hão de notar que alguns substativos, como Amor ou Tempo, são grafados com incial maiúscula. Isso é proposital, são nomes que representam entidades ou forças extremamente poderosas e/ou influentes na vida. Conforme esse blog ganha tamanho e intimidade, muitas dessas entidades serão destrinchadas. Reintero minhas desculpas em relação a falhas gramaticais.
Deixo vocês com um soneto meu de 2008, extremamente pesado e belo (confesso: amo demais esse poema), sobre o tema discutido hoje:
E como isso me atrapalhou? Bem, paciência eu tenho, vendo e distribuo com relação a algumas coisas. No entanto, minha mente aquariana se põe a delinear o que tais pessoas pretendem e acaba gastando toda a reserva de criatividade nesse jogo besta, mas necessário, da vida. Manter a concentração para não julgar as atitudes dessas pessoas (coisa que nunca devemos fazer, principlamente com certas metas em mente) é outro trabalho árduo.
De qualquer forma aqui estou, mais uma vez, para discorrer sobre um assunto pedido pela Amanda da faculdade, mais conhecida como Clover, Clover Elric e derivados: Sonhos e o seu papel nas nossas vidas.
Os que me conhecem o suficiente sabem que minha crença está nas energias produzidas por nós e pelo universo e na nossa capacidade de canalizar essas últimas para nosso proveito. Partindo dese ponto, temos a mente humana como um grande canal de energia, recebendo e transmitindo isso constantemente. Nossa parte inconsciente, responsável pelos sonhos, está banhada nessa mesma energia e suscetível as mudanças que ela trás.
E o que é essa energia? Em grande parte, ela é constituida pelos nosso pensamentos, que são a origem de todas as nossas ações. Pensamentos controlados ou autônomos, impulsos emocionais ou racionais, todos geram e trafegam energia.
Nosso subconsciente, quando ativado durante o sono, começa a produzir o que chamamos de sonho. O papel dessa parte do cérebro é justamente descarregar parte da energia que retemos, uma grande descarga cerebral se preferir, transmutando a energia em imagens, sons, formas e sensações às vezes fortes o bastante para parecerem bem reais. Em poucas palavras, sonhos são reflexos naturais das energias que trafegamos.
Espero que recordem da definição de reflexo a dois posts atrás: Uma densa miragem. Miragens são imagens que vemos, mas não existem de fato. Podem ser fruto de desejos, angústias, felicidade ou até mesmo apetite sexual.
Agora vamos costurar as teorias: Nosso subconsciente cria miragens tendo por matéria prima a energia canalizada por nós. Energia essa que não pertence somente a nós. Ela provém do universo em geral, do Tempo que rege toda existência material, de nós mesmos e também das pessoas com quem temos contato. Essa energia flui naturalmente por pensamentos, conversas em pessoa ou a distância, olhares, sentimentos de preocupação ou saudade que sentimos um pelo outro e por ai vai...
Portanto, podemos concluir que sonhos podem significar uma porrada de coisas: Um desejo que existe em você (às vezes, um desejo que nem você sabia que tinha, ou talvez tenha renegado por medo, por exemplo); uma forte concentração de pensamentos de determinada pessoa em você; Sua capacidade de interpretação da força que nos rege (quer você chame isso de Deus, Alá, Buda, Natureza, Astros, Universo, Ki, Chakra, Zordon, Poder Jedi, [insira seu poder supremo aqui]), interpretação essa que pode te dar vislumbres da realidade de outros locais; Uma mesma capacidade de interpretar o poder do Tempo, entidade presente em todas as crenças, dando possibilidade de conhecer um passado longínquo ou até prever uma porção do futuro e por ai a fora...
Mais importante que tudo isso, sonhos podem ser simplesmente uma mistura de algumas dessas instâncias ou até mesmo de todas elas, tudo depende da sua capacidade de filtrar as energias que passam por você. Algumas são fáceis de barrar, outras nós só aprendemos depois de conhecer as mais profundas cavernas da mente humana, outras ainda só podem ser retidas com a ajuda de um mestre ou outras pessoas que também desejem isso. Pelo menos é nisso que acredito: Sonhos podem ser apenas respostas do seu cérebro ao que existe ao seu redor, como podem ser indicativos de fatos obscuros aos seus olhos normais.
Após prometer posts mais curtos e falhar miseravelmente, digo que pretendo deixá-los menores na medida do possível, pois sempre que escrevo aqui tenho que resumir idéias que dariam 10 ou 20 páginas de texto. Aproveito e peço que sugiram mais temas e discutam essas proposições, agora que estamos todos entrando em lados mais pessoais da minha obscura mente. Hão de notar que alguns substativos, como Amor ou Tempo, são grafados com incial maiúscula. Isso é proposital, são nomes que representam entidades ou forças extremamente poderosas e/ou influentes na vida. Conforme esse blog ganha tamanho e intimidade, muitas dessas entidades serão destrinchadas. Reintero minhas desculpas em relação a falhas gramaticais.
Deixo vocês com um soneto meu de 2008, extremamente pesado e belo (confesso: amo demais esse poema), sobre o tema discutido hoje:
Castigo de Orfeu
Em vão, os imensos segundos correm
E o Sol muito a custo desponta e cresce
Quando abro meus olhos que o tempo esquecem
Mais densas, as nuvens a eles cobrem.
E quietas, as lágrimas vêm e escorrem
Não molham, sussurram e parecem prece
E choram esse mundo que se esvaece
Os traços mais finos que o céu dissolve.
Um dia que nasce desfaz o encanto
Invés de calor, tenho apenas trevas
Onde antes foi luz eis o frio pranto.
E surge o final dessas formas belas
Aurora liberta do sonho santo
A quem mais deseja a prisão por eras.
E o Sol muito a custo desponta e cresce
Quando abro meus olhos que o tempo esquecem
Mais densas, as nuvens a eles cobrem.
E quietas, as lágrimas vêm e escorrem
Não molham, sussurram e parecem prece
E choram esse mundo que se esvaece
Os traços mais finos que o céu dissolve.
Um dia que nasce desfaz o encanto
Invés de calor, tenho apenas trevas
Onde antes foi luz eis o frio pranto.
E surge o final dessas formas belas
Aurora liberta do sonho santo
A quem mais deseja a prisão por eras.
Luiz Filipe Luchesi Russo
06/02/2008
06/02/2008
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